A velha desculpa da falta de tempo

Quem nunca disse que deixou de fazer algo por falta tempo que atire a primeira pedra nesse post. 



Estamos acostumados a usar deste artifício para absolutamente tudo. Não ligamos para nosso amigo no dia do aniversário, não tomamos um café com nossos pais, não frequentamos aquele curso de inglês, não comparecemos ao barzinho com nossa turma, não começamos a fazer aula de pintura, não respondemos aquela mensagem no whatsapp, tampouco conversamos com as pessoas que costumavam fazer parte do nosso cotidiano, não voltamos para a faculdade e também não estudamos para passar num concurso melhor por "pura falta de tempo". 

Mas essa desculpa é de longe a maior falácia já inventada pela humanidade. Considerando que as pessoas dormem 8 horas por dia (jogando para cima), trabalham 9 horas (incluindo o tempo de transporte ida e volta), gastam 1 hora em suas refeições e também 1 hora de higiene pessoal, temos o saldo de 5 horas diárias. E em 5 horas não temos tempo de conversar 10 minutos? De fazer uma aula de inglês de 1 hora? De ir uma única vez na semana se encontrar com seus amigos por duas horas e comer uma porção? De responder a mensagem do nosso amigo que demora no máximo 30 segundos para ser digitada?  De fazer 30 minutos de caminhada pra ajudar nosso coração? É essa constante alegação de falta de tempo acaba afastando definitivamente as pessoas, tornando as relações humanas mais frias e ainda frustrando gente cheia de desejos mas que por falta de organização acaba desperdiçando essas cinco horas preciosas em reclamações de que não tem tempo para nada. 

Hoje é sexta-feira e quero propor um desafio para ser cumprido na próxima semana: tente não usar a falta de tempo como desculpa e ligue pra um amigo(a) e conversem sobre vocês. Aceite um convite para passear no bosque e marque uma aula experimental no curso que você está interessado em fazer. 

Tenho certeza que vai ser mais fácil do que você imagina! 

Até a próxima! 
E graças a Deus hoje é sexta-feira! ( Chico Pinheiro feelings).


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