Acima de tudo o amor próprio

Vivemos em um planeta onde dar opinião sobre a vida alheia é mais importante que lavar sua própria louça.

Emitir juízos de valor sobre os outros é algo muito perigoso e que deve ser evitado.

Parece meio contraditório que eu, autora de um blog sobre emagrecimento, venha falar desse assunto, mas por experiência própria posso afirmar com absoluta certeza: ninguém deve mudar em função da opinião alheia.

O que precisamos saber é que a felicidade é um elemento subjetivo e que não há fórmula ou padrão para alcançá-la. Então ao mesmo tempo que pessoas gordas podem ser e são verdadeiramente felizes, pessoas magras podem ser e são depressivas, inseguras e superficiais.

Desde o princípio tentei deixar claro que o objetivo do blog era e sempre será compartilhar a minha experiência em busca da minha meta. E não, eu não busco magreza, não busco um mundo de pessoas que só ingerem suco detox e comem batata doce, especialmente porque eu não vim aqui passar fórmula mágica ou dieta milagrosa (sinto muito se você veio até aqui esperando por esses truques).

O meu real e único objetivo é melhorar a minha saúde que começou a dar sinais de que as coisas andavam erradas. Minha mente já não conseguia manter afastados os pensamentos negativos que eu tinha da minha aparência. Eu já não amava mais o corpo que eu habitava e esse era o meu maior conflito. E está aí o ponto da postagem!

Hoje fui a uma palestra interessantíssima e nela o palestrante ilustrou bem como o amor se concretiza (na visão cristã da coisa, mas perfeitamente aplicável como exemplo aqui, independentemente de crenças). Primeiro ponto: o amor deve partir de dentro, o que ele chama de auto amor. Quando você se ama da forma que é, o seu ser está apto a amar ao próximo como a sí mesmo.

Então se você se ama do jeito que é (gordo, magro, desastrado, organizado...)  você vai transparecer ser alguém mais interessante, mais confiante e até mais bonito!




Esse era o recado de hoje! 

Até o próximo post.

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