Como será o amanhã?

A semana está acabando e por pouco eu não cumpro meu objetivo de postar duas vezes, mas aqui estou eu vencendo a inércia. 

Quem me conhece sabe que quando o assunto é a passagem dos anos, tenho uma perspectiva bastante animada sobre envelhecer. Gosto de acreditar que cada dia vivido é um dia a mais que perto das pessoas que quero bem e também um dia a mais de experiências, independentemente se positivas ou negativas. 

Já vivi entre 1/4 e 1/3 da minha expectativa de vida, o que é uma quantidade de tempo considerável, mas ainda não sei o que eu quero ser quando crescer. 

Não sei qual a profissão seguir, se quero viver numa grande metrópole ou ter uma vida pacata no interior, se aprendo a andar de bicicleta ou se faço um curso de direção defensiva. A verdade é que estou em constante transformação (nem preciso mencionar minha transformação física ou capilar, né?) e ideias novas surgem a todo momento na minha cabeça. 

Minha paixão por escrever me tornou autora de um blog e me fez voltar a estudar matérias do ensino médio para enfrentar a quarta prova de vestibular da minha vida (espero que dessa vez seja sem lista de espera como todas as outras - que sempre deram certo), enquanto a maioria dos meus colegas da faculdade estão se aperfeiçoando na carreira jurídica ou focados em algum concurso. 

Mas eu acho que seguir a área da minha formação acadêmica atual não é pra mim. Quero usar todo o tempo que tenho disponível agora pra encontrar a "verdadeira Dri", e sinto que  hoje sou o mais próximo disso que já fui ao longo de 25 anos. Não tenho medo de me arrepender no futuro por ter arriscado fazer o que hoje me motiva a ser mais feliz. 

Um dia essa dor vai fazer sentido para você.


Então vamos parar de pensar em como será o amanhã e vamos agir para que ele seja mera consequência das nossas ações de hoje! 

Até o próximo post, provavelmente na terça-feira, que já adianto ser sobre o #projetodri40 e seus resultados.


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