E o que o #100happydays tem a ver com o #projetodri40

No ano passado conheci através do facebook uma espécie de desafio chamado #100happydays, cujo objetivo era que durante 100 dias consecutivos você observasse pequenos momentos de seu dia que lhe trouxessem felicidade, mesmo naqueles dias terríveis em que nada parecia bom e compartilhasse em uma rede social de sua preferência uma foto que simbolizasse aquele momento.

Eu que adoro uma rede social, me informei mais sobre o desafio através do site http://100happydays.com/pt/ e decidi completar o desafio utilizando o Instagram.

Algo me chamou a atenção quanto ao resultado das pessoas que tentaram completar o desafio: 71% dos que tentaram completar o desafio falharam, mas eu sou extremamente competitiva, não aceitaria ficar nessa estatística.

Para ajudar eu estava me sentindo um pouco solitária porque meu namorado inventou de fazer um mochilão por quase um mês e eu ia ficar sem companhia para 1/3 das coisas que eu costumo fazer.

Assim, aceitei o desafio e durante 100 dias eu compartilhei uma foto do que tinha me feito feliz (o pão de queijo da minha mãe, a balada com as amigas, o chocolate quente no dia frio, a música que tocou no rádio, dentre muitas outras coisas).

Nesse meio tempo, eu parei para reparar mais em mim, no que me tornava mais Dri e menos Adriane (entende?). A verdade é que eu sempre me desdobrei em mil partes para os outros e me deixei completamente de lado. Já não pintava as unhas, não ligava se a calça estava estourando de tão apertada e também não ligava para a exaustão que eu sentia ao terminar de subir pelas rampas do prédio até o apartamento em que moro (sim, meu prédio não tem elevador ou escadas, tem rampas).

Em meio ao #100happydays eu comecei a sentir algo mudando dentro de mim, porque com meu espírito competitivo de querer vencer o desafio eu comecei a literalmente procurar motivos de felicidade no meu cotidiano.

E daí vem a parte chata. Lá pelo trigésimo dia de desafio eu comecei a reparar também no que me deixava triste no dia. A calça jeans que não fechava confortavelmente (trabalho 7 horas por dia sem interrupção e em 80% do tempo fico sentada), a blusa que dá aquela marcada na barriga, a papada que aparece em todos os ângulos possíveis, a falta de fôlego que mencionei acima... Então eu resolvi tomar uma atitude e peguei meu trampolim de jump e, me achando a atleta, coloquei uma aula para rodar na TV. E não aguentei 15 minutos.

Mas o simples fato de ter tentado aquele dia me fez refletir que eu deveria tentar mais uma vez. E até comprei uma camiseta bem motivacional, postada no dia 43 do desafio.




E assim surgiu o meu #projetodri40. No início ele era bem modesto, diga-se de passagem. Tudo o que eu queria era caber confortavelmente numa calça jeans 40. Eu estava vestindo 42 quase 44 e achei que em seis meses eu ia finalmente conseguir comprar uma calça jeans no tamanho dos meus sonhos.

Só que eu descobri que, da mesma maneira em que eu fui capaz de cumprir os #100happydays, eu era capaz de atingir o meu objetivo muito antes do prazo. E melhor, que eu sou capaz de ir muito além disso.

Então pra você que anda meio desmotivado(a) para qualquer que seja o seu desejo, eu te desafio a tentar cumprir a meta dos 100 dias felizes. Se não quiser compartilhar com ninguém, sugiro que você pegue uma folha de caderno e vá anotando diariamente o que te fez bem naquele dia (deixe ela embaixo do travesseiro para que todos os dias antes de dormir você se lembre de anotar).

E aí você vai ver que fazer parte dos 29% que chegaram ao final do desafio vale a pena.

Segundo o site do desafio, as pessoas que o concluíram: 
"– começaram a reparar no que as faz felizes no dia-a-dia;
– sentiram melhorias no humor todos os dias;
– passaram a receber mais elogios das outras pessoas;
– perceberam a sorte que têm em ter a vida que têm;
– tornaram-se mais otimistas;
– apaixonaram-se durante o desafio."


Espero que tenham gostado!

Até o próximo post (agora com mais frequência).

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